Por FURO31, com informações de Idalício Viana

Operação tapa-buraco não concluiu nem 7 quilômetros da BA-283 que liga Guaratinga a Itabela (Foto: Reprodução)


Há cerca de trinta dias foi iniciada a operação tapa-buraco realizada pelo governo do Bahia na BA-283, que liga Guaratinga a Itabela. Mas o que se diz ser operação tapa-buraco, poderia ser chamada de “operação tartaruga”, já que não chegou sequer a concluir sete quilômetros, partindo do trevo da cidade de Itabela.

Transitando pela rodovia é possível constatar que foram reparados apenas uma “cratera” na descida da ladeira do São Gonçalo e nesta quarta-feira a equipe estava fazendo operação em outro buraco na altura do Km 7, imediações da fazenda Correntão.

O serviço está sendo feito apenas nos grandes buracos da rodovia, ao menos como está no momento, deixando para traz alguns outros, dos quais os motoristas se vêem obrigados a desviar, com riscos iminentes quando cruza com outro veículo, principalmente ônibus e caminhões.

(Foto: Reprodução)

Como a buraqueira infernal começa mesmo depois da divisa entre os municípios, com a lentidão dos serviços pode ser que lá para o próximo ano, quando as eleições se aproximarem, a “operação tapa-buraco” chegue a Guaratinga.

Mas também pode ser que quando lá venha a chegar, ou até mesmo antes disso, já tenha que ser reiniciada, porque com as chuvas, o trânsito intenso, sem falar na qualidade do material, já estará novamente com os mesmos problemas que têm atormentado e colocado em risco a integridade de motoristas, usuários e veículos.

A prefeita do município de Guaratinga, Christine Pinto, solicitou do secretário de Infraestrutura do Estado no mínimo o recapeamento dos trechos mais complicados da rodovia. Entretanto, o governo estadual não parece disposto a fazer, senão apenas o simples e lento tapa-buraco.

(Foto: Reprodução)

A única esperança, se é que existe, é que a comentada visita do governador baiano para inaugurar a Base da Caema, Casa de Mel e outros equipamentos no município de Guaratinga, sirva para que o próprio se desloque de carro para conhecer “in loco” os problemas e os sofrimentos vividos pela população, e alguma providência definitiva seja adotada.