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Teste do Pezinho é feito com atraso em mais da metade dos bebês baianos, diz Apae

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Teste do pezinho detecta sete doenças graves que podem ser tratadas (Foto: Divulgação/ Apae)


Dados levantados pelo Serviço de Referência em Triagem Neonatal da Apae apontam que 56,6% dos testes do pezinho na Bahia são realizados fora da idade ideal da coleta, que deve ser feita, preferencialmente, do 3° ao 5° dia de vida do bebê. Por conta disso, a Apae lançou nesta terça-feira (6) a campanha Junho Lilás, para chamar a atenção da população para a importância do teste.

O exame detecta sete doenças graves que podem ser tratadas. Entre elas estão a Fibrose Cística e Hipotireoidismo. O atraso na detecção adia o tratamento e pode levar a riscos, como a deficiência intelectual e nos casos mais graves o óbito. No ano passado o serviço registrou uma cobertura de 85,2%, dos recém-nascidos baianos na rede do Sistema Único de Saúde.

Durante o Junho Lilás serão realizadas diversas atividades, como capacitação de profissionais de saúde de Salvador e outros 72 municípios do estado, além de iluminação de monumentos. Também será feita mobilização nas redes sociais.

No último ano, 169.557 crianças foram triadas pelo teste. Desse total, 2.440 receberam atendimento após o resultado dos exames. Desde quando teve teve início na Bahia, em 1992, o teste do pezinho triou 3.192.894 bebês.

G1 |

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