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Vigilantes rejeitam proposta de patrões e categoria continua em greve

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Negociação terminou sem acordo (Foto: Divulgação / CUT)


A 10ª rodada de negociações entre os vigilantes e os patrões, realizada na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT), em Salvador, na manhã desta terça-feira (6), terminou sem acordo, e a greve que completa 13 dias está mantida.

Uma nova rodada de negociações foi marcada para a tarde de quarta (7), a pedido dos patrões. Eles subiram a proposta de 1% para 3%, o que não foi aceito pela categoria. Inicialmente, os vigilantes pediram reajuste salarial de 7%, que foi reduzido para 6,4%. Além do salário, a categoria reivindica também aumento do tíquete refeição de R$ 12 para R$ 20, cota de 30% dos postos para as mulheres e piso salarial de R$ 1.500.

Por conta da greve, quatro mil perícias agendadas do INSS estão atrasadas na capital. O atendimento em algumas agências bancárias, assim como o funcionamento de nove museus no estado também foram interrompidos por causa da greve.

G1 |

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