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‘Estamos solucionando o pagamento’, diz secretário sobre atraso salarial na educação de Guaratinga

O Secretário Municipal de Educação, André Cramer, disse que as greves dos professores geraram maior impacto financeiro no final de 2023.
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Secretário de Educação, André Cramer (Foto: Arquivo/Secretaria Municipal de Educação de Guaratinga)

O secretário Municipal de Educação de Guaratinga, André Cramer, afirmou na tarde desta quarta-feira (03) ao FURO31 que a prefeitura de Guaratinga está buscando realizar o pagamento dos professores referente ao mês de dezembro e a reposição salarial do mês de agosto do ano passado o mais rápido possível, após a categoria anunciar que não iria realizar conselho de classe para encerrar o calendário letivo de 2023.


De acordo com o Calendário Escolar Municipal, nesta quarta (03) e quinta-feira (04) estão sendo realizadas as provas de recuperação, na sexta-feira (05) está agendado o conselho de classe das unidades de ensino e no sábado (06) a divulgação do resultado final do ano letivo de 2023.

Em nota enviada à nossa reportagem, o secretário disse que a folha de pagamento do mês de dezembro foi impactada pelas greves promovidas pela categoria no ano de 2023 e que parte dos valores já foram quitados com os profissionais da educação.

“O pagamento de dezembro dos 40% (pessoal de apoio) e o 13° salário de todos já foi efetivado. Tivemos uma situação contábil/financeira e estamos solucionando o pagamento dos profissionais do magistério o mais rápido possível. Enfrentamos um ano letivo (2023) atípico em virtude das greves, o que gerou um maior impacto financeiro no final do ano. A reposição salarial do mês de agosto já está inclusa no pagamento de dezembro.” Disse o secretário.

Segundo André, o acordo firmado com a APLB, sindicato que representa a categoria, será honrado e que é obrigação dos profissionais lançarem as notas dos alunos.  

“Porém, o ano letivo (2023) encontra-se finalizado e as dependências de lançamento de notas são de responsabilidade dos profissionais. Questão salarial não tem interferência nos deveres dos profissionais em lançarem as notas e preencherem as cadernetas (é obrigação dos profissionais). Enfim, estamos em busca da manutenção da conciliação contínua com a classe e ainda não fomos procurados oficialmente pela APLB”, concluiu André. 

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