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Polícia Civil deflagra Operação Itaporanga contra organização criminosa com atuação no extremo sul da Bahia

Ação cumpriu 17 mandados de busca e apreensão e determinou bloqueio de mais de R$ 3 milhões em ativos de investigados.
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Ação cumpriu 17 mandados de busca e apreensão e determinou bloqueio de mais de R$ 3 milhões em ativos de investigados. (Foto: Reprodução)

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (21), a Operação Itaporanga para desarticular uma organização criminosa com atuação no extremo sul do estado. A investigação aponta que o grupo atua em Porto Seguro e possui ramificações em municípios baianos, além de Minas Gerais e Rio de Janeiro.


A ação reuniu mais de 70 policiais civis e contou com o apoio de diferentes forças de segurança. Participaram equipes das Delegacias Territoriais de Porto Seguro, Belmonte, Abrantes, Trancoso, Itabela, Eunápolis e Teixeira de Freitas.

Além disso, agentes da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes de Porto Seguro reforçaram os trabalhos. Equipes do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc) de Minas Gerais e da Polícia Civil do Rio de Janeiro também participaram da operação.

Da mesma forma, o Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) integrou a força-tarefa. A Polícia Militar da Bahia prestou apoio durante as diligências.

Ação mobilizou mais de 70 policiais e cumpriu 17 mandados de busca e apreensão. (Foto: Reprodução)

Investigações apontam crimes graves

Segundo a Polícia Civil, os investigados podem ter ligação com crimes graves. Entre eles estão organização criminosa, tráfico de drogas, homicídios e lavagem de dinheiro.

Nesta fase, a operação concentrou esforços na localização de foragidos da Justiça. Os suspeitos já respondem a processos por tráfico de drogas e participação em organizações criminosas.

Bloqueio de ativos supera R$ 3 milhões

Operação Itaporanga mira organização criminosa com atuação no extremo sul da Bahia e bloqueia mais de R$ 3 milhões em ativos. (Foto: Divulgação)

Além das buscas, a polícia também direcionou a operação para enfraquecer a estrutura financeira do grupo. Com parecer favorável do Ministério Público, a Justiça autorizou o bloqueio de ativos superiores a R$ 3 milhões.

Durante as diligências, os policiais cumpriram 17 mandados de busca e apreensão. Eles também recolheram diversos aparelhos celulares.

Por outro lado, uma pessoa suspeita de movimentar mais de R$ 100 mil foi levada para prestar esclarecimentos. Segundo a investigação, ela possui ligação com um ex-interno de um presídio de segurança máxima de Minas Gerais.

Enquanto isso, a Polícia Civil mantém as investigações em andamento. O objetivo é identificar outros envolvidos e aprofundar o mapeamento da estrutura criminosa.

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