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Polícia prende segundo investigado por duplo homicídio em Porto Seguro

Suspeito foi localizado em Itajuípe; outro acusado está preso desde janeiro deste ano.
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Foto: (ilustrativa): Haeckel Dias / Ascom-PC

A Polícia Civil prendeu, na sexta-feira (10), o segundo investigado pelo assassinato de dois amigos em Porto Seguro. Os agentes localizaram Matheus Augusto Silva de Oliveira, de 23 anos, no bairro Acácio Almeida, em Itajuípe, e cumpriram o mandado de prisão preventiva por homicídio qualificado.


Após a prisão, a equipe policial levou o suspeito para exame de corpo de delito. Em seguida, a Justiça manterá Matheus à disposição das autoridades até a transferência para Porto Seguro, onde responderá pelo crime.

O outro investigado, Erivan Ferreira Lima, de 29 anos, está preso desde janeiro deste ano. Na ocasião, ele se apresentou à Polícia Civil, que cumpriu o mandado de prisão preventiva.

Dois amigos morreram na mesma madrugada

Crime aconteceu em agosto de 2025 e vitimou dois amigos na mesma madrugada, na orla norte da cidade.

O crime aconteceu em agosto do ano passado, na região da Ponta Grande, na orla norte de Porto Seguro. As vítimas foram o recepcionista de hotel Rafael de Jesus Santana, de 36 anos, e o vendedor Leandro Neris dos Santos, de 34 anos. Os dois amigos morreram em imóveis diferentes durante a mesma madrugada.

Segundo a Polícia Civil, Rafael morreu por asfixia em um dos quartos da residência. Já Leandro sofreu agressões com golpes de madeira na cabeça e no rosto. Por causa da violência das agressões, ele não resistiu aos ferimentos.

Investigação reuniu imagens e provas periciais

Câmera de segurança registra Rafael de Jesus Santana ao lado dos dois investigados em um supermercado antes do crime em Porto Seguro.

De acordo com as investigações, Rafael encontrou os dois suspeitos em um supermercado antes do crime. Em seguida, câmeras de segurança registraram a compra de bebidas e alimentos que, conforme a apuração, seguiram para a casa da vítima.

Além disso, a Polícia Civil reuniu laudos periciais, depoimentos de testemunhas, imagens de monitoramento, dados telefônicos e documentos para esclarecer o caso. Com esse conjunto de provas, o delegado Marcos Benevides solicitou à Justiça a prisão preventiva dos dois investigados.

Durante o depoimento, Erivan Ferreira Lima afirmou que agiu em legítima defesa. No entanto, a Polícia Civil informou que os laudos periciais, os testemunhos e as demais provas produzidas durante o inquérito contradizem essa versão.

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