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Justiça recebe denúncias de agressões, abusos sexuais e higiene precária em asilo; diretor é afastado

Decisão foi adotada após Ministério Público Estadual e Vigilância Sanitária apresentarem denúncias contra o lar de idosos em Porto Seguro
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Justiça recebe denúncias de agressões, abusos sexuais e higiene precária em asilo; diretor é afastado

A Justiça determinou o afastamento do diretor da Associação da Terceira Idade Doce Lar, asilo localizado em Porto Seguro. A decisão, adotada na última terça-feira (4), foi divulgada nesta segunda (10), com alegações de agressões físicas e verbais e abusos sexuais sofridos pelos idosos, além da falta de higiene do local.


A decisão também ocorreu após o Ministério Público Estadual (MP-BA) e Vigilância Sanitária realizarem denúncias à Justiça. Segundo o documento publicado, o asilo que funciona desde 2020 sob administração da associação não tem alvará sanitário, nem funcionários suficientes para cuidar dos pacientes.

Além disso, os idosos ficavam trancados na unidade e tinham que dividir itens básicos de higiene, como escovas de dentes, e comer alimentos passados da validade.

No documento, também foi sinalizado que os pacientes eram sedados quando recebiam visitas, porque assim não podiam comentar sobre a situação do local. Os funcionários introduziam e controlavam os medicamentos sem as prescrições médicas necessárias.

A Justiça determinou o afastamento do diretor da Associação da Terceira Idade Doce Lar, asilo localizado em Porto Seguro, no sul da Bahia. A decisão, adotada na última terça-feira (4), foi divulgada nesta segunda (10), com alegações de agressões físicas e verbais e abusos sexuais sofridos pelos idosos, além da falta de higiene do local.

A decisão também ocorreu após o Ministério Público Estadual (MP-BA) e Vigilância Sanitária realizarem denúncias à Justiça. Segundo o documento publicado, o asilo que funciona desde 2020 sob administração da associação não tem alvará sanitário, nem funcionários suficientes para cuidar dos pacientes.

Além disso, os idosos ficavam trancados na unidade e tinham que dividir itens básicos de higiene, como escovas de dentes, e comer alimentos passados da validade.

No documento, também foi sinalizado que os pacientes eram sedados quando recebiam visitas, porque assim não podiam comentar sobre a situação do local. Os funcionários introduziam e controlavam os medicamentos sem as prescrições médicas necessárias.

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