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O deputado estadual Pedro Tavares (União Brasil) utilizou a tribuna nesta semana para reforçar as cobranças do vereador de Guaratinga, Genaldo da Verdura, em relação às péssimas condições da estrada da Veracel, que atualmente tem servido como rota alternativa no extremo sul baiano. O trecho passou a receber um fluxo mais intenso de veículos devido ao bloqueio parcial da ponte sobre o Rio Jequitinhonha, na BR-101, que segue com restrições para o tráfego de veículos pesados em razão de problemas estruturais.


O vereador Genaldo da Verdura, que utiliza a via frequentemente, tem feito constantes apelos por melhorias, destacando que o aumento no número de caminhões e carros está deteriorando ainda mais a estrada. Segundo ele, a falta de manutenção coloca em risco motoristas, trabalhadores e moradores da região.

Durante o pronunciamento, Pedro Tavares criticou o descaso do poder público e relatou um caso mencionado por Genaldo, envolvendo um caminhoneiro que teve prejuízo de cerca de R$ 280 mil após o veículo tombar em um dos trechos danificados.

“Essa é uma verdadeira vergonha que o estado da Bahia está passando. Aquela estrada dá acesso a um dos principais destinos turísticos da Bahia, que é Porto Seguro. Genaldo me contou o caso de um amigo que teve o caminhão virado e um enorme prejuízo. É um trabalhador que luta todos os dias para levar o sustento pra casa”, afirmou o deputado.

Tavares também cobrou ações urgentes para recuperação da ponte sobre o Rio Jequitinhonha, destacando os impactos sociais e econômicos na região.

“Está um verdadeiro caos naquela área. Mais uma vez, a população é quem sofre. Fica aqui a minha cobrança ao governo do estado e ao governo federal para que cheguem a um denominador comum, oferecendo condições seguras de tráfego e minimizando os impactos do fechamento da ponte”, concluiu o parlamentar.

Para o vereador Genaldo da Verdura, “a estrada da Veracel está praticamente destruída. Todos os dias passam caminhoneiros, pais de família e trabalhadores que precisam desse caminho para sustentar suas casas. Já fiz diversos pedidos e continuo cobrando, porque a população não pode continuar sofrendo desse jeito”, afirmou.