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(Foto: Reprodução)

A Justiça decidiu manter a prisão preventiva de Arthur Santos após audiência de custódia realizada nesta semana, no caso do acidente que resultou na morte de uma avó e do neto em Guaratinga. A informação foi divulgada pela equipe de defesa do investigado.


Segundo a nota, durante a audiência, o Ministério Público se manifestou favoravelmente aos argumentos apresentados pela defesa, apontando elementos que indicariam, em tese, a natureza culposa do caso — quando não há intenção de matar — além da presença de requisitos que poderiam permitir a concessão da liberdade.

Apesar disso, o juiz responsável pelo caso decidiu pela manutenção da prisão preventiva, entendendo, neste momento, que a medida ainda é necessária. A decisão, de acordo com a defesa, será contestada por meio dos instrumentos legais cabíveis.

Ainda conforme os advogados, já foi impetrado um pedido de habeas corpus com o objetivo de garantir a liberdade do investigado, que deverá ser analisado por instâncias superiores.

A defesa sustenta que Arthur Santos tem colaborado com as investigações, possui trabalho fixo, residência definida e não possui antecedentes criminais, reforçando o argumento de que a prisão seria medida excepcional.

O caso envolve a morte de Mariete Lopes dos Santos, de 57 anos, e do neto dela, Gabriel Souza Santana, de 6 anos, após um acidente de trânsito que gerou grande comoção na cidade.

Por fim, a defesa reiterou compromisso com o devido processo legal e afirmou confiar na revisão da decisão judicial.